Textos e Estudos Bíblicos
JORNADA DA DÚVIDA E OS FATOS DA FÉ PDF  | Imprimir |  E-mail
Escrito por Redação CBB   
Ter, 21 de Julho de 2015 09:28

JORNADA DA DÚVIDA E OS FATOS DA FÉ

Lucas 7.18-23

Qual o crente que, em algum momento da vida, não duvida de sua fé? Em algumas ocasiões da minha vida, eu fiquei me perguntando se tudo que eu acreditava sobre Deus, Jesus e o evangelho seria, de fato, verdadeiro. Algumas vezes surgia a dúvida em mim: “será que o Deus no qual acredito realmente existe?”. Em certo sentido, a dúvida é saudável pois ela nos leva a buscar por bases em nossa fé. Em Lucas 7.18-23, encontramos um servo de Deus em dúvida e que, de alguma maneira, faz uma jornada com a finalidade de continuar a crer. João Batista estava preso a mando do rei Herodes. Os discípulos contaram a João a história da ressurreição do jovem filho de uma viúva de Naim e muitos outros milagres de Jesus (v. 18). João Batista havia falado sobre “aquele que vem” depois dele e que era muito maior que ele (Lucas 3.16-17). João Batista acreditava que este era Jesus, a quem havia batizado. Mas agora estava com dúvida se este que viria era Jesus mesmo ou outra pessoa (v. 19). No pensamento de João Batista, Jesus não cabia no seu figurino do Messias prometido. Muitas vezes isto acontecesse conosco: Jesus não resolve os nossos problemas conforme queremos e a dúvida brota em nosso coração. Preso, João Batista envia dois discípulos a Jesus com a seguinte pergunta: “és tu aquele que haveria de vir ou devemos esperar algum outro?”. João Batista fez o certo: quando teve dúvidas, perguntou diretamente a Jesus. Quando você tiver dúvidas acerca de Jesus ou de Deus, pergunte a ele em oração. Fale a ele da sua dúvida. Ele vai gostar desta sua atitude e vai responder a você.

Por incrível que pareça, a exposição da dúvida em oração significa fé. Os dois mensageiros foram até Jesus e expuseram para ele a dúvida de João Batista conforme ele tinha orientado (v. 20). Ao ouvir a pergunta, Jesus curou, na frente deles, muitas pessoas que tinham males físicos, males emocionais (paz para o sofrimento), possessões demoníacas (cura espiritual) e concedeu visão a muitos que eram cegos (v. 21). Foi muita, muita gente que eles viram Jesus curar. Jesus então responde aos discípulos assim: “voltem e anunciem a João o que vocês viram e ouviram: os cegos veem, os aleijados andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados e as boas novas são pregadas aos pobres” (v. 22). Jesus manda que eles anunciem a João Batista o que eles viram: os fatos. Nossa fé em Jesus não está baseada em filosofias de vida, palavras de autoajuda ou êxtases místicos. Ela está baseada em fatos históricos comprovados por testemunhas idôneas. Historicamente, ouve uma manjedoura, uma cruz e um túmulo vazio. Houveram milhares de milagres feitos por Jesus. Houve nele um amor que reconstruiu a vida destas pessoas sofridas. Os pobres, que eram os mais sofridos, receberam as boas novas da salvação e do perdão de Deus.

João Batista estava esperando um Messias Juiz que julgaria a todos os pecadores de uma forma muito pesada. Mas, o Messias Jesus usava a força do Amor para trazer redenção, perdão e uma vida melhor para todos que se achegassem a ele. O próprio Antigo Testamento tinha dito que o Messias se comportaria assim (leia Isaías 35.2-6). É o amor de Jesus que restaura nossas vidas. E Jesus continuou a dizer: “E bem-aventurado é aquele que não se escandaliza por minha causa” (v. 23). É feliz, encontrou a alegria de viver a pessoa que, ao ver e ouvir acerca de Jesus, não duvida dele, não se escandaliza, não o rejeita como Salvador. Pelo contrário, segue-o com fé porque descobriu que ele é o Messias de Deus que veio para salvar e modificar para melhor a sua vida. Tenho um amigo que tem uma grande fé em Jesus. Já enfrentou situações dificílimas na sua vida com esta fé. Certa vez, um colega de trabalho perguntou para ele: “ô Zé, e se tudo isto que você fala de Jesus for mentira, não for verdadeiro? Que adiantou você acreditar nisto?”. Ele respondeu ao seu colega: “se tudo o que eu acredito for falso, eu ainda terei vivido feliz por ter acreditado e tive uma vida correta pela qual valeu a pena viver. Não perdi nada, pois vivi feliz. Agora eu pergunto a você, e se tudo que eu acredito for verdadeiro, o que você, que não crê, vai fazer?”. A verdadeira fé não elimina as dúvidas ocasionais, mas responde a elas com os fatos do que Jesus fez e faz em nossas vidas. Você tem a alegria de crer em Jesus como seu Salvador?

Última atualização em Ter, 21 de Julho de 2015 09:37
 
QUER VENCER SEU SOFRIMENTO? PDF  | Imprimir |  E-mail
Escrito por Redação CBB   
Ter, 14 de Julho de 2015 14:12

QUER VENCER SEU SOFRIMENTO?

Lucas 7.11-17

Há sofrimentos terríveis, dilacerantes, que deixam cicatrizes por toda a vida. Tempos atrás, ouvi a notícia de uma mãe que matou seu filho pequeno quando saia com seu carro da garagem. Sem que a mãe percebesse, ele saiu de casa e escondeu-se atrás do carro. Ouvi de outra mãe que, dormindo na mesma cama com seu filho bebê, nas mexidas da noite, acabou sufocando e matando a criança. Outro caso foi o de um pai que deixou sua arma carregada, segundo ele em lugar seguro, mas que foi encontrada pelos filhos e, na brincadeira, um irmão matou o outro. A dor destas situações marca profundamente a vida das pessoas envolvidas. Dói até em nós, só de pensar. Como vencer o sofrimento que se instala em nosso interior? Jesus Cristo pode vencer o sofrimento de nossa vida como vemos no texto de Lucas 7.11-17.

Jesus Cristo ia pregando o evangelho em muitas cidades da Galiléia. Estava entrando na cidade de Naim pelo seu portão e vinha uma grande multidão com ele, pois era famoso (v. 11). No portão da cidade, houve o encontro de duas comitivas (v. 12). A multidão que seguia Jesus (comitiva da vida) e a de um enterro (comitiva da morte). Naquela época, os enterros tinham a seguinte ordem: os parentes vinham na frente, seguidos pelo morto que era conduzido enfaixado numa espécie de maca e atrás vinham os demais participantes. O enterro era de um jovem, filho único de uma mulher. Imagine a dor e o desconsolo desta mãe em perder seu único filho ainda na juventude. Mas a situação era pior para ela: era viúva. Perdeu, pela segunda vez, seu protetor. Mulheres, na situação dela, tinham de viver de favores dos outros, exatamente porque lhes faltavam maridos e filhos adultos. Por solidariedade, uma grande multidão da cidade a acompanhava. Amigos que ficam juntos na hora da dor são um bálsamo para diminuir o sofrimento. Ao cruzarem as duas comitivas, o Senhor viu a mulher, não o rapaz morto (v. 13). Ao vê-la, suas entranhas se comoveram nele, ou seja, compadeceu-se pelo sofrimento dela. Aqui temos alguém que se compadece com a dor dos fracos. Jesus não é um Deus insensível, distante. Seu interior mexe e chora por nosso sofrimento. Imediatamente, ele se aproxima dela e diz: “não chore”. É ele quem enxuga as nossas lágrimas porque se importa conosco.

Se você está em sofrimento, Jesus sabe e se importa com você. Ele quer estancar esta dor. Em oração, fale pra ele acerca da situação que lhe abate o ânimo e faz a vida ficar amarga. Ele vai lhe ouvir e agir! Jesus então aproxima-se do caixão onde está o morto (v. 14). As pessoas que o carregavam param. Por compaixão à mãe, toca no morto. Tenho de parar aqui para explicar algo importante neste ato de Jesus. Pela lei dos judeus, a Lei de Moisés, se alguém tocasse em algum morto ficaria cerimonialmente impuro por sete dias (Números 19.11). Isto significa que ele não poderia participar de nenhuma adoração a Deus neste período. Estava contaminado e culpado para aparecer perante Yahweh. Aqui, Jesus assume a contaminação e a condenação da Lei de Moisés para dar vida e acabar com o sofrimento de uma mãe. É a mesma coisa que ele fez na cruz do Calvário por nós. Assumiu o nosso pecado e o nosso castigo para poder nos salvar e dar alegria às nossas vidas. Bendito Jesus, cheio de compaixão! Agora é Jesus e o morto. Então ele disse: “jovem, eu lhe digo, levante-se”. Um fantástico milagre se fez: o jovem morto voltou a viver (v. 15). Ele sentou-se e começou a conversar. Corpo e memória intactos. Jesus o entregou para sua mãe. Imagine a alegria desta mulher. Jesus é o único que resolve nosso sofrimento. As pessoas ficaram impressionadíssimas, temeram Jesus e glorificavam a Deus (v. 16).

Toda vez que alguém teme Jesus (obediência reverente), Deus é glorificado. O que disseram acerca dele? “Um grande profeta se levantou entre nós” e “Deus interveio em favor do seu povo”. Tiveram Jesus na conta de uma pessoa enviada por Deus para nos ajudar a viver. Em toda a nação de Israel, este fato foi contado e divulgado (v. 17). O único que pode trazer paz e alegria para uma pessoa sofrida é Jesus. Ele sente compaixão de nós e se importa com nossa dor. Se você vive com uma dor contínua no seu coração, resultado do que quer que seja, vá pessoalmente até Jesus Cristo, em oração, e peça a ajuda dele. Você verá a grande diferença que ele faz.

Última atualização em Ter, 14 de Julho de 2015 14:20
 
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