Filosofia da Convenção Batista Brasileira - Página 5 PDF  | Imprimir |  E-mail
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Filosofia da Convenção Batista Brasileira
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1.4.2- A cooperação como exemplo de solução de problemas existentes na igreja

Observe-se a maneira de agir da igreja, logo no início e nos primeiros anos de sua existência. Para substituir Judas, os onze são chamados17; para resolver uma grave questão surgida entre “helenistas” e hebreus – atendimento das viúvas da Igreja e de Jerusalém – a “multidão dos discípulos” é convocada18. A igreja toda se reúne para ouvir o relatório de Pedro sobre a conversão de Cornélio19; e na hora de superar preocupantes controvérsias doutrinárias, a “cooperação” está presente, através de um verdadeiro “concílio”, o primeiro20.


1.4.3- Programas cooperativos administrados por igrejas e líderes cristãos

E ainda a experiência da igreja primitiva – marcada pela “cooperação” – que ensina não só a resolver problemas, mas sobretudo realizar tarefas importantes para a expansão do reino de Deus. Recordem-se: a) o envio de missionários pela Igreja de Antioquia21; b) a “coleta” para as igrejas da Judéia, por causa da fome22; c) o sustento de Paulo e de seus companheiros23; d) o encontro em Trôade24; e) o relatório de Paulo à Igreja de Antioquia, após a primeira viagem missionária25.


1.4.4- A cooperação como forma de cuidado e ajuda à igreja

Nesta exemplificação, com base na experiência da igreja cristã nos primórdios, vale ressaltar outro aspecto da cooperação, isto é, o cuidado e ajuda às igrejas, demonstrados em atitudes tais como: a) a igreja de Jerusalém enviando Barnabé para acompanhar os fatos que estavam ocorrendo em Antioquia da Síria, com o surgimento da primeira igreja cristã gentílica26; b) a decisão de Paulo de voltar às igrejas organizadas em sua primeira viagem missionária para ver como estavam, fortalecê-las e constituir-lhes lideranças27; c) o cuidado de Paulo para com todas as igrejas28.

A igreja como família, povo de Deus, corpo de Cristo, assembléia dos salvos – aponta para a cooperação, para a associação e para a união de forças e propósitos, tendo em vista objetivos comuns. O princípio da cooperação fraterna e solidária está fundamentado na Bíblia – tanto no Antigo como no Novo Testamento –, a qual afirma ter Deus propósitos definidos para o mundo e para o universo, que busca alcançar através da participação dos homens em geral e de seus servos em particular.



 
 
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